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A inCoimbra Startup Hub dá as boas-vindas à Antevio, uma startup que está a desenvolver uma solução de inteligência preditiva para apoiar operações de mobilidade, monitorização de infraestruturas e segurança.

A tecnologia da Antevio utiliza Inteligência Artificial para analisar continuamente dados comportamentais, ambientais, visuais e operacionais. A partir dessa informação, identifica padrões e antecipa riscos, permitindo que as organizações intervenham antes de ocorrerem acidentes, anomalias ou falhas operacionais.

Em vez de se limitar à deteção de problemas já existentes, a Antevio procura dar às empresas uma visão antecipada sobre o que poderá acontecer nas suas operações. A plataforma transforma dados dispersos em informação que pode apoiar decisões mais rápidas e fundamentadas.

Esta capacidade pode ser aplicada, por exemplo, à previsão de fadiga dos condutores, à redução do risco de acidentes, à monitorização do estado das estradas ou à identificação de sinais de degradação em infraestruturas.

O funcionamento da solução assenta em três etapas. Primeiro, são recolhidos sinais visuais, comportamentais, ambientais e operacionais. Em seguida, os modelos de Inteligência Artificial analisam os dados para identificar padrões, anomalias e potenciais situações de risco. Por fim, a plataforma disponibiliza alertas e informação em tempo real para apoiar uma intervenção preventiva.

A Antevio dirige-se a setores nos quais a segurança e a capacidade de antecipação têm um peso direto na operação. Entre as principais áreas de aplicação estão a gestão de frotas e mobilidade, os seguros, os fornecedores de soluções de telemática e a monitorização de estradas e infraestruturas.

No setor da mobilidade, a tecnologia pode ajudar os operadores a acompanhar comportamentos de condução e a reduzir acidentes. Nos seguros, permite obter uma visão mais próxima do risco operacional. Para os fornecedores de telemática, a solução pode ser integrada nas infraestruturas já existentes, acrescentando uma camada de análise preditiva.

A entrada da Antevio na comunidade inCoimbra permitirá à startup continuar a desenvolver a sua tecnologia, testar novas aplicações e estabelecer ligações com empresas, parceiros e entidades do ecossistema de inovação.

Saiba mais sobre a Antevio em https://antevio.pt/.

A Croissant, startup incubada na inCoimbra Startup Hub, anunciou uma nova parceria com a TRISON, empresa global especializada na criação de experiências imersivas e multissensoriais em espaços físicos.

A parceria surgiu após um encontro com Maria Alvez, Global Head of People & Culture da TRISON, durante o qual foram identificados vários pontos em comum sobre o futuro do envolvimento dos colaboradores e a forma como as empresas podem agir mais rapidamente sobre o feedback das suas equipas.

A Croissant desenvolve uma plataforma de employee engagement baseada em Inteligência Artificial. A solução ajuda as organizações a acompanhar a experiência dos colaboradores, identificar problemas internos e transformar feedback em ações concretas.

O objetivo passa por ajudar as empresas a reter talento, aumentar a produtividade e compreender de que forma o envolvimento das equipas pode influenciar os resultados do negócio.

A TRISON trabalha na transformação de espaços físicos através da combinação de sistemas audiovisuais, conteúdos digitais e marketing sensorial. A empresa conta com 24 escritórios em 16 países, está presente em mais de 100 mercados e participa em mais de 6.500 projetos por ano.

A sua atividade abrange áreas como retalho, moda, automóvel, desporto, hotelaria, educação, banca, restauração e entretenimento. Entre os seus clientes encontram-se marcas como Louis Vuitton, Gucci, Zara, IKEA, Porsche, Real Madrid, Starbucks e Siemens Energy.

Com esta parceria, a Croissant passa a colaborar com uma organização internacional que partilha o seu interesse por novas formas de melhorar a experiência dos colaboradores e a relação entre pessoas, cultura e desempenho empresarial.

As duas empresas irão agora dar continuidade ao trabalho iniciado e explorar as próximas oportunidades de colaboração.

Candidatar-se ao NATO DIANA não é apenas apresentar uma tecnologia. É mostrar, de forma clara, por que razão essa tecnologia responde a uma necessidade real da Aliança, como pode ser testada em contexto exigente e que caminho tem para chegar a utilizadores finais.

Foi essa uma das principais mensagens partilhadas no webinar organizado pela inCoimbra Startup Hub com Ana Martins, COO | Innovation Manager da Connect Robotics, startup portuguesa selecionada para a coorte NATO DIANA 2026.

Seja direto desde o início

O júri precisa de perceber rapidamente o que a solução faz, que problema resolve e por que razão é relevante para a NATO.

Uma candidatura demasiado longa, genérica ou cheia de floreados pode dificultar essa leitura. A primeira preocupação deve ser a clareza: explicar a solução em linguagem simples, mostrar o problema operacional e ligar os dois sem rodeios.

A tecnologia pode ser complexa. A explicação não tem de ser.

Fale a linguagem da defesa

Uma solução que já funciona no mercado civil não entra automaticamente no contexto da defesa. É preciso fazer a tradução.

O desafio não é apenas dizer que a tecnologia existe. É explicar por que razão ela pode fazer diferença num cenário onde as condições são mais exigentes, os riscos são maiores e a adoção depende de confiança.

Tecnologia não chega

Um elevado nível de maturidade tecnológica ajuda, mas não substitui uma estratégia clara.

A candidatura deve mostrar o potencial da solução, mas também a visão da empresa, o modelo de negócio, o caminho de adoção e a capacidade da equipa para executar. A forma como a empresa conta a sua história, define prioridades e toma decisões pode ter um peso decisivo na avaliação.

No fundo, o júri não olha apenas para o produto. Olha para a empresa que está por trás dele.

Mostre o que ainda precisa de maturar

Uma boa candidatura não deve fingir que está tudo resolvido.

Pelo contrário, deve mostrar maturidade para reconhecer o que ainda falta testar, validar ou adaptar. O programa existe precisamente para apoiar esse processo, através de mentoria, acesso a centros de teste e contacto com necessidades operacionais reais.

Ser ambicioso é importante. Ser honesto sobre o ponto de partida também.

Não coloque o financiamento no centro da candidatura

O NATO DIANA não deve ser apresentado como uma oportunidade para obter fundos e fazer testes.

O foco deve estar no valor mútuo: o que a startup pode aprender, o que pode validar e, sobretudo, que impacto a sua tecnologia pode ter nas necessidades da Aliança.

O financiamento é uma ferramenta. Não é a razão principal da candidatura.

Demonstre compromisso real

O programa exige disponibilidade, foco e envolvimento direto da equipa.

Durante a sessão, ficou claro que a participação no NATO DIANA deve ser encarada como um trabalho a tempo inteiro, não como uma atividade paralela. A equipa tem de estar preparada para responder a pedidos, participar em momentos-chave, adaptar a proposta e aproveitar as oportunidades criadas pelo acelerador.

Subestimar essa exigência pode comprometer a experiência.

Traga provas

A candidatura ganha força quando é apoiada por evidências.

Autorizações operacionais já obtidas, testes realizados, resultados em contexto civil, anos de resiliência da equipa, contactos com stakeholders e validações externas ajudam a demonstrar que a solução não existe apenas no papel.

Mesmo quando a aplicação inicial vem do mercado civil, esses sinais podem mostrar capacidade de execução, aprendizagem e adaptação.

Planeie para o mundo real

A entrada no setor da defesa exige paciência e planeamento.

Os ciclos de procurement podem ser longos e difíceis de prever. Por isso, uma candidatura forte deve apresentar um roadmap claro, documentado e realista, com cenários alternativos bem pensados.

Mais do que uma estratégia rígida, importa mostrar que a equipa sabe antecipar riscos, adaptar o caminho e continuar a construir valor ao longo do tempo.

A principal aprendizagem

A experiência da Connect Robotics mostra que uma candidatura forte ao NATO DIANA começa antes do formulário.

Começa na forma como a startup entende a sua própria tecnologia, traduz o seu valor para o contexto da defesa e mostra que está preparada para crescer num ambiente exigente.

A inCoimbra Startup Hub organiza, no dia 1 de julho, às 15h, uma sessão online em formato AMA | Ask Me Anything dedicada à call NATO DIANA 2027.

A iniciativa contará com a participação de Ana Martins, COO | Innovation Manager da Connect Robotics, startup incubada da inCoimbra e uma das duas startups portuguesas selecionadas para o NATO DIANA 2026.

A sessão foi pensada para startups, empresas tecnológicas e equipas com soluções dual-use que estejam a preparar candidatura ao programa, ou que queiram perceber melhor de que forma a sua tecnologia pode responder a desafios de defesa, segurança e resiliência.

Durante o AMA, os participantes poderão colocar perguntas sobre o processo de candidatura, o posicionamento de uma solução dual-use, a preparação da proposta e as aprendizagens recolhidas pela Connect Robotics ao longo do processo.

O NATO DIANA apoia tecnologias com potencial de aplicação civil e de defesa, em áreas como inteligência artificial, drones, robótica, sensores, logística, cibersegurança, energia, espaço, saúde digital e análise de dados.

Com a call aberta até 3 de julho, esta sessão pretende criar um momento prático de partilha antes da submissão das candidaturas, aproximando startups portuguesas de uma experiência real no programa.

A participação é gratuita, mediante inscrição.

Data: 1 de julho
Hora: 15h
Formato: Online
Inscrição: https://luma.com/g3bk1d96

A inCoimbra Startup Hub dá as boas-vindas à TalentMatches, uma startup portuguesa que está a desenvolver uma nova forma de aproximar talento e organizações.

A plataforma aposta em Inteligência Artificial, matching comportamental e análise preditiva para apoiar processos de recrutamento mais claros, rápidos e ajustados à realidade de cada empresa e candidato.

Ao contrário dos modelos tradicionais, centrados sobretudo no currículo, a TalentMatches começa pela pessoa. Através da avaliação do perfil comportamental, do fit cultural, do fit de equipa e da probabilidade de permanência, a solução procura ajudar empresas a tomar decisões mais fundamentadas antes da contratação.

A plataforma integra metodologias como DISC e Big Five, combinadas com um motor de matching que considera diferentes dimensões, incluindo experiência, competências técnicas, localização, salário, perfil comportamental e enquadramento na função.

Para os candidatos, a TalentMatches permite compreender melhor os seus pontos fortes, receber sugestões compatíveis e preparar entrevistas com o apoio da Aria, uma assistente de IA integrada na plataforma. Para as empresas, oferece triagem pré-qualificada, scores de compatibilidade e um índice preditivo de retenção.

Com origem em Portugal e visão internacional, a TalentMatches chega à inCoimbra Startup Hub para reforçar o ecossistema de inovação com uma solução aplicada a um dos grandes desafios das organizações: encontrar, avaliar e reter talento.

Trabalhar fora de casa já não significa ter de assumir um escritório fixo. Para muitos profissionais, startups e pequenas equipas, o cowork tornou-se uma solução prática: dá acesso a um espaço profissional, bem localizado e preparado para o dia a dia, mantendo a flexibilidade que muitos projetos precisam.

Na inCoimbra StartUp HUB, o cowork está disponível em dois espaços: na Rua do Brasil e na Alta de Coimbra. Ambos foram pensados para quem procura trabalhar com mais foco, receber clientes, reunir com a equipa ou simplesmente ter uma rotina mais estruturada.

Um espaço de cowork permite separar melhor o trabalho da vida pessoal, reduzir distrações e criar um ambiente mais produtivo. Além disso, oferece condições que nem sempre existem em casa, como postos de trabalho adequados, internet de qualidade, salas de reunião e zonas comuns.

Outro benefício importante está na comunidade. Trabalhar num espaço partilhado aproxima pessoas, projetos e oportunidades. Para empreendedores e startups, esta proximidade pode facilitar contactos, troca de ideias, parcerias e acesso a iniciativas ligadas ao ecossistema de inovação.

Em Coimbra, esta forma de trabalhar faz cada vez mais sentido. A cidade junta conhecimento, talento, investigação e empreendedorismo, criando um contexto favorável para quem está a desenvolver novos projetos.

Com espaços na Rua do Brasil e na Alta de Coimbra, a inCoimbra reforça a sua oferta de cowork e disponibiliza uma solução flexível, bem equipada e integrada na dinâmica empreendedora da cidade.

Quem procura um espaço de cowork em Coimbra pode encontrar na inCoimbra uma opção prática para trabalhar melhor, com mais estrutura e proximidade à comunidade.

A inCoimbra StartUp HUB reforça a sua oferta de cowork em Coimbra com a abertura de um novo espaço na Alta da cidade, juntando-se ao espaço já existente na Rua do Brasil.

Com esta expansão, a inCoimbra passa a contar com dois espaços de cowork totalmente novos, bem equipados e bem localizados, preparados para receber empreendedores, freelancers, startups e equipas que procuram um ambiente profissional, flexível e integrado num ecossistema de inovação.

O crescimento da oferta responde à procura crescente por soluções de trabalho mais flexíveis em Coimbra, mas também ao objetivo da inCoimbra de criar condições cada vez mais próximas das necessidades de quem está a desenvolver projetos, negócios ou novas ideias.

Na Rua do Brasil e agora também na Alta de Coimbra, os utilizadores encontram espaços preparados para o trabalho diário, com postos em open space, salas de reunião, acesso a internet de qualidade, zonas comuns e um ambiente pensado para facilitar a concentração, a colaboração e o contacto com outros profissionais.

Mais do que disponibilizar lugares de trabalho, a inCoimbra procura aproximar pessoas, projetos e oportunidades. O cowork é muitas vezes o primeiro ponto de contacto com o ecossistema, permitindo que empreendedores e equipas conheçam a comunidade, participem em iniciativas, acedam a mentoria e explorem novas possibilidades de crescimento.

A nova localização na Alta de Coimbra reforça também a proximidade da inCoimbra a uma das zonas mais importantes da cidade, marcada pela ligação ao conhecimento, à academia e à circulação diária de estudantes, investigadores, profissionais e empresas.

Com dois espaços ativos, a inCoimbra passa a oferecer maior capacidade, mais flexibilidade e novas opções para quem procura trabalhar em Coimbra num contexto ligado à inovação e ao empreendedorismo.

As pessoas interessadas em conhecer os espaços de cowork da inCoimbra podem entrar em contacto através do site oficial ou visitar a página dedicada ao cowork.

No dia 8 de abril de 2026, o diretor da inCoimbra, Rui Nuno Castro, esteve presente no Departamento de Engenharia Civil (DEC) da Universidade de Coimbra, no âmbito das XIX Conferências@DEC.

Durante a sessão, apresentou a palestra “Da Ideia à Inovação”, onde partilhou o percurso da TAPSi desde o conceito inicial até à sua aplicação no terreno. A intervenção destacou os principais desafios enfrentados na construção de um projeto em Coimbra, bem como as aprendizagens associadas ao desenvolvimento de uma solução com impacto local.

A sessão contou com a participação de estudantes e membros da comunidade académica, proporcionando um momento de partilha de conhecimento e contacto direto com a realidade do empreendedorismo.

A presença da TAPSi neste tipo de iniciativas reforça a ligação entre o ecossistema empreendedor e o meio académico, contribuindo para inspirar novas ideias e futuros projetos.

A Connect Robotics esteve em destaque na Sociedade Civil, da RTP2, onde o seu CEO abordou o trabalho que a empresa tem vindo a desenvolver no campo da logística com drones.

Durante a conversa, ficou evidente que esta tecnologia já ultrapassou a fase experimental e está a ser aplicada em contextos reais. Um dos exemplos é a capacidade da empresa para operar voos até 50 km além da linha de vista, uma autorização ainda pouco comum na Europa, permitindo expandir significativamente o alcance das operações.

A intervenção destacou também os principais desafios associados ao uso de drones, nomeadamente a gestão do risco aéreo e do risco no solo. A escolha de rotas e contextos de operação assume aqui um papel central, garantindo que as operações são realizadas com segurança.

Outro ponto relevante foi a relação com o regulador ANAC, descrita como próxima e colaborativa, refletindo a evolução do enquadramento regulatório para acompanhar a inovação neste setor.

Ao mesmo tempo, a Connect Robotics continua a apostar no desenvolvimento de sistemas mais autónomos, reduzindo a necessidade de intervenção humana e aumentando a eficiência das operações. Este avanço abre portas a novos casos de uso, que vão desde a entrega de mercadorias até ao transporte de bens críticos, como órgãos médicos.

A presença da Connect Robotics neste tipo de plataformas mediáticas contribui para dar visibilidade ao que está a ser desenvolvido em Portugal na área da tecnologia e inovação, evidenciando o potencial do país para criar soluções com impacto global.

👉 A entrevista completa pode ser vista aqui:
🔗 https://www.rtp.pt/play/p16075/e920388/sociedade-civil

A inCoimbra participou no CTX Tech 2026, um dos mais relevantes eventos internacionais dedicados à tecnologia, inovação e empreendedorismo, reforçando o seu compromisso com a promoção do ecossistema empreendedor da região de Coimbra além-fronteiras.

A presença no evento foi uma oportunidade estratégica para dar visibilidade às startups incubadas, fomentar networking com investidores e parceiros, bem como acompanhar as principais tendências tecnológicas que estão a moldar o futuro dos negócios.

A participação no CTX Tech reflete a aposta contínua da inCoimbra na internacionalização das suas startups e no apoio ao crescimento de projetos inovadores com potencial global. Este tipo de iniciativas contribui para posicionar Coimbra como um polo dinâmico de inovação e tecnologia, capaz de competir nos mercados internacionais.

A inCoimbra continua, assim, a reforçar o seu papel enquanto agente impulsionador do empreendedorismo, criando pontes entre talento, tecnologia e oportunidades à escala global.

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